segunda-feira, 29 de outubro de 2018

O DIA DO PRESIDENTE


Presidente do Brasil

          Nos Estados Unidos, existe um dia consagrado para a comemoração do Dia do Presidente, quando se comemora nesse dia (18 fevereiro), a homenagem ao primeiro presidente norte americano: George Washington.  No Brasil, não existe um dia oficial para uma comemoração do "Dia do Presidente", como acontece nos Estados Unidos.


          Mas, eu faço desta (minha) modesta dissertação histórica, uma homenagem ao dia 28 de outubro (2018) como sendo o "Dia do Presidente", num sentido puramente alegórico, fazendo uso da minha liberdade de pensamento.  Dia em que quinze mil pessoas comemoraram em frente à Esplanada dos Ministérios, em Brasilia, a vitória de Jair Bolsonaro como presidente do Brasil, em segundo turno das eleições.

          Em meio a essa manifestação, as pessoas vestidas com camisa amarela e bandeira do Brasil, ostentaram um totem de Jair Bolsonaro, já que não era possível a presença em pessoa do mesmo, por razões conhecidas de todos.  E quando alguém perguntava:  onde está Bolsonaro, eles respondiam: - "Está com a gente".

          Exibiram também, um pixuleco do ex-presidente Lula vestido de presidiário, como repúdio ao presidente mais corrupto e ladrão de toda a história do Brasil, com repercussão mundial.  Para os manifestantes, a sensação era de dever cumprido.  Em outras cidades brasileiras, também aconteceram essas manifestações de apoio ao presidente eleito.

          É de se ressaltar, que Jair Messias Bolsonaro, venceu as eleições através de um partido minúsculo, sem grande expressão ou tradição política, sem apoio da grande mídia tradicional, praticamente sem dinheiro, ao contrário de outros políticos com suas campanhas milionárias oriundas de procedência muitas vezes duvidosa.  Impedido até, por forças nefastas e demoníacas, de fazer sua própria campanha, o povo se encarregou dessa tarefa, em manifestações espontâneas, e literalmente "vestindo a camisa" de Bolsonaro.

          O povo repudiava o comunismo que ameaçava a nossa pátria, repudiava aquela reengenharia humana através de ideologias de gênero, erotização de crianças e destruição da fé cristã.  Esse lixo moral era odiado pelo povo brasileiro, que metaforicamente podemos dizer: "O Gigante Acordou", para desespero dos verdadeiros demônios encarnados neste plano terreno.  Mas o lema de Bolsonaro era: Deus acima de todos!  E Deus ouviu seu clamor e o elegeu Presidente do Brasil.

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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

PIADAS INOCENTES


Anedotas

          Piadas inocentes, são aquelas que não causam constrangimento à suscetibilidade de ninguém.  São bem moderadas.  Podem parecer monótonas ou insípidas, mas tudo depende do momento oportuno e de quem as contam.  São interessantes, enriquecem o nosso anedotário, e são casos, na maior das vezes, extraídos da vida real, convertidos para uma redação mais precisa.


Mudança de opinião

          Certa moça, que recusara a proposta de casamento de um homem chamado Epaminondas, telefonou para ele um certo dia, convidando-o a vir em sua casa.  E lá chegando, a moça lhe pergunta:
- Você estranhou o meu telefonema?
- Não, respondeu ele calmamente.
- Chamei-o, porque tenho uma coisa muito importante a lhe dizer:  - não faz muito tempo, o senhor me perguntou se eu queria ser sua esposa, e eu lhe respondi que não.  Lembra-se?
- Sim, é verdade, eu me lembro.
- Porém agora, eu mudei de ideia!
- Que coincidência! - exclamou o homem:  - Pois eu também mudei de opinião...

O Conselho

          Um pai dizia ao filho:
- Filho, não emprestes dinheiro a ninguém!  Nove vezes entre dez, o dinheiro emprestado não volta mais!
- Então, papai, de ora em diante só pedirei dinheiro emprestado...

Ingenuidade

          Em um Café-bar, um amigo tagarelava com outro:
- Dizem que os cientistas são distraidos, mas as mulheres são mil vezes mais!
- Por que você pensa assim?
- Imagine que ontem dei à minha mulher R$100,00 para me comprar uma camisa, e ela distraída, voltou com um lindo par de sapatos novos... para ela!

Percepção

          Um cavalheiro elegante entra em uma loja e pede um par de meias para senhora.
- Se forem para sua esposa, temos artigos bem baratos, mas... se não forem, temos estas aqui, finíssimas e mais caras... - disse a mocinha da loja.

O mais esperto

          Certa mãe dizia à comadre:
- Oh, se soubesse como é esperto o Carlinhos!  Não tem um ano e já caminha sozinho!
Respondeu a comadre:
- E o meu é muito mais esperto, pois já tem três anos e só anda no colo...

Pergunta inocente

          Dona Carmela, que se julga ainda muito jovem e viçosa, apesar das rugas cruéis, dá um jantar em sua casa, e se envaidece por haver preparado com suas próprias mãos, alguns petiscos muito agradáveis. 
- Este vinho é excelente - disse ela: - Já tem 50 anos.
- E foi a senhora mesma quem o engarrafou? - Pergunta um convidado distraído...

Indireta

          Uma senhora, desejando aborrecer um senhor um pouco idoso, disse-lhe sorrindo:
- Observo que, desde que nos vimos pela ultima vez, o senhor mudou muito.  Já se nota que está envelhecendo.
- É o efeito do amor que professo à senhora - respondeu o homem. - Não quero deixa-la envelhecer só.

Num Hotel

- Ó moço! - reclamou um hóspede.  - Este não é o meu chapeu!  Quem foi o burro que levou o meu?
- Não sei, senhor... - respondeu o moço.  - porém, certamente o seu chapéu foi levado por alguém que tem a cabeça igual à de V.S.
Anedotário

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

O CRAQUE DO FUTEBOL


FUTEBOL

          Vou contar um caso que ouvi contar.  É muito engraçado.  Não sei se é verídico ou não.  Mas não importa. "Rir é o melhor remédio".  Sem mais delongas, vamos ao lance.  É sobre um grande jogo de futebol realizado em certa ocasião em João Pessoa, na Paraibas.


          ... O estádio da cidade estava lotado.  No time favorito, havia um jogador conhecido como "Dirã".  Ele era baixinho, de perninhas tortas, tal como o lendário Garrincha.  Dirã era o craque do time.  Pois bem, o jogo teve início...

          Logo nos primeiros minutos do jogo, o narrador grita cheio de emoção: Gooooll !  Do Dirã !  Os torcedores vibram, agitando suas bandeirolas!  Passado mais algum tempo... outro gol: Gooooll ! É do Dirã !  Novamente ouve-se o delírio dos torcedores... Quase no final do primeiro tempo, o Dirã mais uma vez aumenta o placar: Gooooll 1 Dirã ! 3 x 0 !

          Na arquibancada, em meio aos torcedores, com seu "radinho de pilha" no ouvido, estava um homem, que era professor de francês, da Aliança Francesa.  Era também fanático por futebol.  Ele aproveitou o intervalo do jogo e foi falar com o Dirã no vestiário. Ele falou para o Dirã, com seu sotaque francês:

          - "Ôh, Dirrã, você é um grrrande jogadorrr... Eu vai levarrr você parra a Frrança  parra jogarr em nosso time, o Olympique de France!"
Mas o Dirã respondeu:  - Eu não vou não... Eu não sei falar francês...

          - "ÔH non, non prrrecisa saberr falarr francais!  Prrecisa saberr jogarr bôla, e isso você já provou que sabe.  Depois, o seu nome, Dirrã, é musique parra os ouvidos dos frranceses.  Você sabia, que Dirrã é uma moeda de Marrocos, e que Marrrocos já foi uma possessão frrrancesa?  Você tem tudo parra trriunfarr lá en France!"

          Mas o Dirã era teimoso: - Não!  Eu não vou para a França!  Eu não sei falar francês, e o meu nome também, não é Dirrã!  O meu nome é Zé Sivirino!  O meu apelido é que é " Cú de Rã ".  Acontece que o locutor não pode falar "cú" no microfone, então ele só fala "Di - Rã"!

          Bem, esse foi o acontecimento daquela ocasião, mas não sei não, acho que o Dirã foi sim para a França, porque na seleção do mundial de futebol de 1998, havia um jogador francês com o nome de Thuram.  Quiçá  um nome modificado por conveniência, mas a pronuncia é praticamente a mesma: Tirrã.  Coisas do futebol.

"Na Europa o futebol é entretenimento entre classes, no Brasil é o analgésico do povo".
Futebol brasileiro




quinta-feira, 2 de agosto de 2018

A ESPERTEZA DA DONZELA


Estórias

          Gosto muito de ouvir e de contar estórias.  Penso que uma boa estória é sempre um estímulo à leitura, e faz bem ao nosso espírito.  Me lembro de uma estória, que ouvi faz muito tempo.  Não sei o nome do autor e nem o título desse conto, sendo assim, eu tomo a liberdade de renomeá-lo como "A Esperteza da Donzela", e vou recontar essa estória à minha maneira, e com minhas palavras.


          A estória se passou em um lugar qualquer, talvez no oriente, num tempo em que existiam mercadores, isto é, homens que se dedicavam a comprar e revender mercadorias, como tecidos, tapetes, objetos de ouro e prata, objetos de couro, enfim, variedades.

          ... Há muitos e muitos anos, havia pois, um mercador que vivia em sua modesta casa, com sua única filha, uma linda donzela, que lhe ajudava nos negócios.  Mas, esse homem ficou devendo uma grande soma em dinheiro para um velho e asqueroso agiota.  E esse velho sovina no entanto, estava apaixonadíssimo pela filha do mercador.

          Sendo assim, ele fez uma proposta (indecente) ao pai da menina:  ele perdoaria a dívida do mercador, se em troca pudesse ficar de posse da sua linda filha.  Tanto o mercador quanto a sua filha, ficaram indignados com essa proposta, e externaram veementemente a sua recusa à ousadia desse credor desavergonhado (cara de pau).

          O insistente velhaco fez então outra proposta (uma "treta"):  deixar que a sorte decidisse a questão.  Ele (o agiota), colheria duas pedrinhas no jardim do mercador;  uma pedrinha branca, e uma preta, e as colocaria dentro de uma sacola.  A jovem donzela deveria enfiar a mão na sacola e pegar uma das pedras.  

          Se a menina pegasse a pedra preta, ela se tornaria sua esposa e a dívida do pai seria perdoada. E, se a menina pegasse a pedra branca, ela ficaria com o pai e a dívida também seria perdoada.  Mas, se a jovem se recusasse a pegar uma das pedras, o seu pai iria para a prisão, por não poder pagar a dívida.

          Cruelmente pressionado, o mercador não teve outra saída senão concordar com a proposta do seu opressor.  A moça no entanto, muito desconfiada, não despregou os olhos do agiota, e percebeu que ele colhera duas pedras pretas, colocando-as na sacola.  Em seguida, pediu que ela retirasse a pedrinha que decidiria o seu destino.

          A jovem obedeceu:  enfiou a mão na sacola e tirou uma das pedrinhas, segurando-a, mas fingindo-se atrapalhada, deixou cair a pedrinha.  O chão estava cheio de pedras, e portanto a sua pedrinha se perdeu no meio das outras. 

          Muito esperta, a jovem se lamentou: - "Oh, que desastrada eu sou!  Deixei cair a pedrinha!  Mas não importa, se o senhor olhar dentro da sacola, saberá qual foi a pedrinha que eu peguei, pela cor daquela que ficou".  Evidentemente, a pedrinha da sacola era preta, concluindo que ela teria tirado a pedrinha branca, significando a sua liberdade e o perdão da dívida do pai. 

          O agiota era sovina, mas não ousaria revelar sua trapaça, ou poderia também ser preso pela sua desonestidade.  E assim termina essa estória, "bunidimais" (bonita demais) revelando a inteligência e a esperteza da donzela.
O Mercador e o agiota

sexta-feira, 6 de julho de 2018

QUEM NÃO É VISTO NÃO É LEMBRADO


Quem é bem visto

          "Quem não é visto não é lembrado". - Quem já ouviu esta frase?  Gramaticalmente, é uma locução, ou seja, a união de dois termos que se resumem em um único significado.  Ou ainda, uma expressão, uma forma de falar.  Mas, embora essa frase tenha um significado único para diversas situações, nem sempre essa máxima é verdadeira, como já aconteceu comigo.  É melhor ilustrar com alguns casos práticos:


1º Caso - no Cotidiano:

          "Quem não é visto não é lembrado". - Digamos que alguém se afasta do seu convívio social.  Uma vez isolado de seus amigos, a sua lembrança vai se tornando mais rara, até cair no esquecimento.  Isso acontece ocasionalmente, no entanto, existem outras situações diferentes que acontecem na nossa vida de forma corriqueira.  É só uma questão de observa-las e associa-las.
Caso de Amor
2º Caso - no Amor:
          "Quem não é visto não é lembrado". - Aqui, neste caso, essa frase não se encaixa.  Um grande amor, por exemplo, pode ser inesquecível.  Comigo aconteceu algo semelhante.  Eu era ainda criança, digamos um pré-adolescente.  Eu adorava observar uma menina, coleguinha de escola.  Eu a estimava, e acho que na verdade, eu gostava dela.  Às vezes, caminhávamos juntos na volta da escola.  Para mim, era a menina mais bonitinha da escola.

          No entanto, eu tinha a impressão de que ela me ignorava, se bem que nunca houve um namoro entre nós, pois nos encontrávamos em uma fase precoce par esse atrevimento.  E assim o tempo passou, e nossas vidas tomaram rumos diferentes.  Mudei de cidade, tive minhas aventuras, esqueci os encantamentos de outrora e por fim me casei (um matrimônio feliz).  A única coisa que não esqueci foi a minha cidade de origem, que eu gostava muito (um agradável recanto de Minas).

          Consequentemente, depois de muitos anos, e por uma razão qualquer, resolvi visitar a minha saudosa cidade mineira, onde eu deixara também muitos amigos, que talvez já nem se lembrassem mais de mim. ...Decidido, fui para a minha cidade.  No dia seguinte à minha chegada, o inesperado aconteceu! ... Eu estava próximo de um jardim, apreciando a natureza, quando alguém me abordou amigavelmente, e me chamou pelo nome:

          - "Olá, fulano, eu sou aquela menina, sua coleguinha de escola, lembra-se de mim?"  Confesso que me senti surpreso e desconcertado;  eu a reconheci pelos seus traços marcantes, mas disfarcei o espanto e conversei com ela por alguns minutos, sem saber direito o que falar;  ela estava mudada, uma moça bonita, diferente daquela menina franzina da minha infância, da minha escola, a menina que eu tanto admirava...  Acho que ela notou o meu embaraço, então ela continuou: "apareça aqui de vez em quando, você sumiu desta cidade..."

          Eu respondi que sim, que eu retornaria, mas no fundo do meu coração, eu sabia que eu não poderia cumprir a promessa...  Um mundo de recordações e interrogações tomou conta dos meus pensamentos naquele momento... Moral da estória: "Eu não era visto, mas mesmo assim fui lembrado".  Prova de que as regras têm exceções, como neste exemplo, contrariando o sentido inicial desta frase de efeito.
A morte
3º Caso - no Cemitério:
          Eu conheci um sujeito, que não visitava o cemitério de jeito nenhum.  Ele era supersticioso, e sempre dizia com veemência e convicção: "Quem não é visto não é lembrado".  Ele tinha medo de morrer, pensava que a morte, vestida de preto e com uma foice na mão, estaria ali no cemitério, observando as pessoas.  Bem, mas isso é credice popular, e esse homem poderia influenciar a própria vida de forma transcendental,  ao reverso do que acreditava, isto é, ele poderia morrer de fato, de tanto medo.

4º Caso  -  nos Negócios:
          "Quem não é visto não é lembrado".  Essa frase, se encaixa também no mundo dos negócios, melhor dizendo, na propaganda.  Já vi uma frase escrita assim: "DEIXE SUA EMPRESA MAIS VISÍVEL  -  ANUNCIE AQUI". Este anuncio tem o mesmo entendimento da frase que estamos tratando: "Quem não é visto não é lembrado".
Modelo

5º Caso  -  na vida de Modelo
          Andressa Urach (veja sua foto), é uma mulher linda (modelo profissional).  Ele impressiona pela disposição que tem de se expor na mídia.  Corajosa, já fotografou uma abelha pousada no deu Bumbum desnudo.  Assume ser bissexual ao viver um "affair" com a terceira colocada do Miss Bumbum 2012, Camila Vernáglia.  Ela mesma usa essa frase como justificativa de suas exposiçpões: "Afinal, quem não é visto não é lembrado", afirma a gaúcha gostosona, vice do Miss Bumbum 2012.
Finalizando:

          Existe outra frase análoga, que também tem um sentido peculiar, conforme o caso: "Quem não é visto não é amado".  E, para quem gosta de estrangeirismos pode treinar essa frase dizendo:
Out of sight, out of mind.


segunda-feira, 2 de julho de 2018

FAKE NEWS


Notícia Falsa

          Olá, aqui estamos, em meados de 2018. A onda agora é falar em "Fake News".  Não seria mais fácil dizer, "Noticia Falsa"?  Sim, mas acontece que nós, brasileiros, adoramos um estrangeirismo, ou seja, expressões ou construções com palavras emprestadas de outras línguas.


          Muitos estrangeirismos no entanto, incorporam-se de maneira indelével, ao nosso vocabulário, como por exemplo, baby-doll, background, camping, jeans, kit, checkup, chip, etc., ou podem até mesmo serem aportuguesados, e passam a fazer parte dos nossos dicionários (abajur, sutiã, videoclipe, gangue, e por aí vai...).

          Muitos estrangeirismos porém, não passam de um fenômeno linguístico temporário, isto é, acabam "caindo de moda".  Me lembro por exemplo, que na década de 80, a palavra "handicap" (desvantagem), estava na moda, e era sobejamente usada principalmente pelos radialistas narrando partidas de futebol: "apesar do handicap de campo e de torcida o time venceu a partida". Atualmente, ninguém mais usa essa expressão, "handicap" (não está mais na moda).

          Acredito que o mesmo acontecerá com "Fake News".  Passado aquele "Boom" (explosão), essa adorada expressão, aos poucos, cairá em desuso.

          Todavia, é de se observar que essa expressão, "Fake News", ao que tudo indica, tem um sentido peculiar, ou seja, refere-se a uma notícia especialmente fabricada com intenção enganosa, pois é sabido que caindo nas Redes Sociais, serão facilmente repassadas ou viralizadas.  Dessa forma, notícias capciosas, são repassadas aos incautos, para a satisfação de incógnitas pessoas maléficas.

          "Fake News", também encontra uma semelhança com outra expressão muito usada principalmente por jornalistas, que é a "Pós Verdade".  Essa expressão, significa um questionamento: "Onde está a verdade"?  Em outras palavras, significa que uma verdade está oculta entre "palavras maquiavélicas" para esconder um fato (uma verdade).

          Um exemplo dessa "Pós Verdade", foi a "peça teatral" que assistimos do impeachment da Dilma Rousseff.  Ela era acusada de CRIME DE RESPONSABILIDADE, mas a defesa da criminosa procurava os mais estapafúrdios subterfúgios para justificar que a acusada não "teria" cometido tais crimes (uma balela, que todos sabem).

          Infelizmente a nossa justiça é uma piada (de mau gosto), ou muitos outros políticos também já teriam sido condenados por crimes de usurpação do dinheiro público.  A propósito, vou transcrever um artigo intitulado "MARVEL vs PT", publicado por "humor político.com.br", em 26/03/2018, por Piauí Herald.  O texto, é sobre um filme, uma ficção, mas ilustra perfeitamente como paródia da nossa pantomima política.

Vamos ao artigo:

          "CINE FIESP - Capitão América Nascimento, Thor Batista e Luciano Hulk serão alguns dos personagens da próxima empreitada do cineasta José Padilha.  O diretor brasileiro foi convidado por um grande estúdiode Hollywood para dirigir o segundo filme da franquia milionária "Marvel vs DC", mas com liberdade criativa para adaptar seus personagens.

          A encomenda veio depois do sucesso da série "O Mecanismo", em que Padilha coloca o ex-presidente Lula falando frases do senador Romero Jucá.

          Estamos falando aqui de um gênio da sétima arte, explicou o produtor Steven Kataguielberg, responsável por contratar o cineasta.  "O cinema mundial já tinha o drama, o documentário e o docudrama.  O Padilha inventou agora o fakenewsdrama".

          No novo filme, que vai se chamar, Marvel vs PT, os Cavaleiros de Toga da República de Curitiba vão combater a Central Sindical do Mal, composta por políticos do Partido dos Trabalhadores e membros de grandes empreiteiras. O cabelereiro Celso Kamura vai fazer uma ponta como Jaspion". 

Finalizando:

          A Bíblia, fala muito em demônios, como por exemplo, no Novo Testamento, em Judas 1:6;
Alguns demônios já estão guardados "sob trevas, em algemas eternas", pelo seu pecado.  Outros estão livres para vaguear e são referidos como "os dominadores deste mundo tenebroso"...

          Os demonios, como seres espirituais, têm a capacidade de tomar posse de um corpo físico.  A possessão demoníaca ocorre quando o corpo de uma pessoa é totalmente controlada por um demônio.  Isso não pode acontecer com um filho de Deus, uma vez que o Espírito Santo habita no coração do crente em Cristo (1 João 4:4).

          Muito bem, tais versículos bíblicos, revelam quem são os nossos políticos, pois fossem eles filhos de Deus, em plena extensão da palavra, não estariam  praticando os pecados capitais (Gula, luxúria, avareza, ira, soberba, preguiça, inveja) e de falta de amor ao próximo, e agora, o mais recente "Fake News" (mentiras).

"Pecar é humano, mas perseverar no pecado é diabólico".

Pós verdade


sábado, 2 de junho de 2018

CHUTANDO O BALDE


Chutar o Balde

          "Antes de Partir" é o título em Português, de um filme (drama) americano com Jack Nicholson e Morgan Freeman, distribuido pela Warner Bros.  O título original em inglês é "The Bucket List", ou literalmente "A lista do Balde".  O filme conta a estória de dois homens que estão na lista para morrer.


          Mas não é sobre o filme que vamos tratar, e sim sobre uma expressão idiomática popular: "Chutar o Balde".  Em inglês, também existe essa expressão, mas com um significado diferente.  "Kick the bucket" (chutar o balde), significa morrer, passar desta para outra vida.  Eles usam essa expressão, em inglês, como um eufemismo, ou seja, para suavizar um pesar, ou condolências.

          Para nós, brasileiros, isso pode parecer estranho, mas trata-se da cultura deles (dos americanos), diferente da nossa.  Para o sentido que eles entendem (de morrer), nós usamos outras expressões, como por exemplo: "bater as botas";  "Abotoar o paletó";  "Empacotar";  "Vestir pijama de madeira";  "Ie para a cidade dos pés juntos", enfim, são expressões nossas, igualmente difícil talvez, para os gringos entenderem.

          ATENÇÃO:  observem que estas expressões nossas, tão populares, não devem ser entendidas como "eufemismo", mas sim uma banalização da morte; brincadeira ( ! ).  Todavia, não devemos brincar com coisas sérias.  Vida e morte são coisas sérias, e dizem respeito à nossa espiritualidade.  (Entre a vida e a morte, existe a imortalidade).  Vamos refletir.

          Mas o assunto que estamos tratando é: "Chutando o Balde".  - Em nossa Língua Portuguesa, "Chutar o balde", significa: "perder a calma",  "perder a paciência",  "desistir de tudo",  "sentimento de raiva",  "atitude inesperada"... Aqui sim, podemos brincar, ironizar, e até abusar dessa expressão de forma jocosa.

Exemplo:  quem literalmente "chutou o balde" ultimamente, foram os caminhoneiros, neste histórico mês de Maio 2018; um protesto contra o governo pelo aumento abusivo no preço do combustível e ainda reivindicando melhores condições de trabalho.  Eles simplesmente cruzaram os braços e paralisaram suas atividades (chutaram o balde).

          Os caminhoneiros chegaram a parar o Brasil, mas o nosso incompetente governo não foi capaz de dialogar com eles;  em vez disso, respondeu com propostas esdrúxulas e ameaças.  O caos foi estabelecido.  E agora?  O povo clamava por intervenção militar.

          Um general (FFAA) da reserva, Paulo Chagas, chegou a emitir uma nota dizendo:  "Considero justo e oportuno a manifestação dos caminhoneiros.  Julgo que demonstra com toda a clareza, o poder e a revolta do povo pela forma com que o governo dos mesmos de sempre - os responsáveis ou coadjuvantes do caos, estão lidando com a crise que eles ajudaram a criar.  Nosso aplauso aos que estão nas estradas arriscando-se por uma mudança de atitude que, desde há muito, deveria ter sido objeto de estudo e providências do atual governo".

          "Trata-se de uma demonstração de força do povo ordeiro e trabalhador, antítese dos vagabundos do PT, PCdoB,  PSOL, MST, MTST, CUT  e outros apologistas da baderna.  O protesto em curso tem objetivo bem definido e digno de respeito..."  (palavras do Gal. Paulo Chagas).

          Enfim, este fatídico episódio que os brasileiros assistiram e sentiram no corpo e na alma, vai ficar nos anais da nossa História como um exemplo cínico da "consideração" que os políticos têm por aqueles que pagam suas benesses através de muito trabalho e altos impostos.  Para lidar com esses vis governantes, só mesmo "chutando o balde".